
SUSSURROS
Querer-me coesa, conexa, é
desconsiderar o mistério do meu feminino,
a poesia que habita em mim.
Sou caos, da lua a oculta face
derramando olhar caricioso
sobre ti.
Corpo, coração, o que carrega
essa fluidez, essa magia,
essa luz que atravessa o silêncio
que eu sou?
Incógnita presença
contraditória, transcendente
e inexplicável presença
a arrancar-te sussurros
Querer-me coesa, conexa, é
desconsiderar o mistério do meu feminino,
a poesia que habita em mim.
Sou caos, da lua a oculta face
derramando olhar caricioso
sobre ti.
Corpo, coração, o que carrega
essa fluidez, essa magia,
essa luz que atravessa o silêncio
que eu sou?
Incógnita presença
contraditória, transcendente
e inexplicável presença
a arrancar-te sussurros
Quer conhecer outros textos de Idalina Carvalho: entre no blog http://www.idalinacarvalho.blogspot.com/